Porto Alegre,
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Em que área
Deus está lhe provando? Em meio às muitas bênçãos ou logo depois delas aparece uma provação. As pessoas costumam culpar o diabo, e esquecem que o próprio Deus se encarrega de testar e provar a fidelidade de seus filhos. Foi assim com os patriarcas, com os profetas, com a nação de Israel e não será diferente conosco. A razão da provação é testar para ver se lhe somos verdadeiramente fieis ou não, “... para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos” (Dt 8.2). A certeza com ares de incerteza! Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28). Precisamos admitir que é muito difícil acreditar na afirmativa de Paulo de que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus - parece até um contra-senso teológico - que coisas ruins e detestáveis têm sua contribuição positiva. Afinal, encontramos nas Escrituras uma linha de raciocínio teológica de que Deus sempre nos guarda, protege e livra-nos do mal. Como crer que o próprio mal contribua para o bem? E o que fazer com todos aqueles versículos da caixinha de promessas? Int. A escritura afirma que Jesus era o Verbo, ou a palavra que se fez carne (Jo 1.1,14). E nas escrituras encontramos ainda outro grande mistério: Nós que já éramos carne nos tornamos palavra. Como entender este mistério? Podemos saber como isto ocorre estudando duas das parábolas de Jesus. 1. A parábola do semeador (Mt 13.1-23). 2. A parábola do joio (Mt 13.24-30, 36-43). Como é difícil cultivar a vida interior, tendo que vencer os desejos de nosso eu e submetê-los aos desejos de Deus. Sentir, como Paulo o “Cristo em nós” e ao mesmo tempo o latejar da carne e do pecado é constante desafio a todos os que querem sinceramente servir a Deus. “Nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura. Pois sabeis também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb 12.16-17). Este texto da carta aos Hebreus descreve o momento em que Esaú, percebendo que perdera a bênção, chora copiosamente. Como ouvisse Esaú tais palavras de seu pai, bradou com profundo amargor e lhe disse: Abençoa-me também a mim, meu pai! (...) Disse Esaú a seu pai: Acaso, tens uma única bênção, meu pai? Abençoa-me, também a mim, meu pai. E, levantando Esaú a voz, chorou (Gn 27.34,38). “Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria...” (2 Tm 1.4). Duas coisas na vida de Timóteo marcaram a vida do apóstolo Paulo: As lágrimas que Timóteo derramava e a fé genuína, sem fingimento. Paulo está dizendo: “Lembro das suas lágrimas e quero muito ver você outra vez para que eu possa ficar cheio de alegria”. As lágrimas de Timóteo eram a alegria de Paulo. E era a lembrança de ver o moço chorando em lágrimas que levava Paulo a orar pelo jovem noite e dia. Paulo, certamente via Timóteo chorar. Não se pode afirmar que Timóteo costumava derramar lágrimas enquanto orava, ou que o moço era emocionalmente sensível e chorava por qualquer coisa. O certo é que as lágrimas de Timóteo deixaram marcas profundas em Paulo. Ciúmes e inveja são duas coisas distintas. Ter ciúmes não é pecado; o pecado é deixar o ciúme arder de inveja. Explico. A escritura afirma que Deus sente ciúmes de seu povo; o Espírito Santo sente ciúmes de nós. Ciúmes é o zelo por aquilo que nos pertence e que não queremos perder. Diferentemente da inveja. Esta é o desejo de possuir aquilo que não é nosso. Aí reside a diferença. O Divórcio, a lei e Jesus - Walter L. Callison O divórcio e o novo casamento são temas que geram muita discussão. O meu propósito é convidar o leitor a reconsiderar a atitude da igreja em relação ao novo casamento. “A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo“ (João 1.17). Será que os que estão sofrendo tragédias matrimoniais também receberam a graça, como descreve a Lei no Novo Testamento? Oito sinais de alerta sobre as toxinas da fé A religião legalista é perigosa. Eis como detectar e evitar o veneno do espírito religioso. Todos nós queremos uma vida espiritual saudável. A verdade, no entanto, é que estamos estéreis devido a aditivos perigosos. Passamos a crer num evangelho diferente – enlaçado no legalismo, e cuja performance é uma salvação pelas obras – quando somente Cristo é nossa fonte de vida. O próprio Jesus se referiu a essas toxinas como “o fermento dos fariseus” (Lc 12.1). Ele nos disse que o tipo de religião dos fariseus, que gostavam de valorizar o exterior era mortalmente perigoso. Você está contaminado? Faça seu próprio teste de Ph examinando-se à luz dessas oito características do espírito Vejam os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os passarinhos? (Mt 6.26). Consigo agora entender o que Jesus queria dizer. Explico. Tenho vários pardais que cedo, de manhã, pousam no muro da minha casa esperando por comida. Tudo começou quando um deles era pequenino, havia caído do ninho quando o rabo nem ainda estava desenvolvido. Dei-lhe alpiste. Ele ficou por perto. Sua família – isto é, suas crias, ficaram por perto também. Lá estão eles, a cada manhã esperando que eu lhes dê de comer. Quase fui abortada - Vanda Zalewski 1973. Sentada na grande varanda da casa de meus pais em Porto Alegre para onde fomos eu e meu marido depois que engravidei – antes residíamos no Rio de Janeiro – fiquei a imaginar como a vida se desenvolve. Senti a criança crescer dentro de mim. Não sabia se era menino ou menina, porque na época não havia exames que identificassem o sexo. Quem tentava acertar eram os avós, os mais antigos. - Você está com cara de que vai ter uma menina – e diziam que quando os lábios ficam de um jeito, barriga de outro é menino, ou é menina. Mamãe sentou-se ao meu lado e contou a história de meu nascimento. |
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Atualizado em 21 de fevereiro de 2010