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BATALHA ESPIRITUAL

 
 

Batalha Espiritual Guerreada Por Mortos

Todos os meus leitores sabem que desde 1990 venho me envolvendo em batalhas espirituais. Cinco livros foram publicados sobre o tema e agora um último está sendo editado pela Editora Mensagem Para Todos: A Arte da Guerra Espiritual. Neste novo livro abordo a falácia das guerras esotéricas e de culto a anjos, porque não é bíblico fazer guerra espiritual consultando anjos, pessoas mortas e elementos da natureza. Este tipo de batalha não é bíblica e é espiritualmente perigosa.

Belial está solto!

Belial não é um demônio comum: ele é um dos príncipes das trevas, e chega a ser confundido com o próprio Satanás. Alguns comentaristas falam de Belial como sendo apenas uma expressão hebraica usada a respeito daqueles que incitam à idolatria ou à insurreição; referindo-se a pessoas sexualmente imorais ou mentirosas, é o que diz a nota de rodapé da Bíblia de Genebra. É também o termo hebraico para "indignidade ou iniquidade", diz Russel Champlin.

Deus e as cidades

As cidades sempre foram o campo de batalha entre as forças do bem e do mal. Por que isto acontece? Porque quem domina a cidade, domina o povo.
Percebe-se nas escrituras a existência de dois modelos de cidades que são representações ou figuras para outras cidades: Babilônia e Jerusalém. A primeira é sempre vista sob a ótica do mal e a segunda como a cidade da habitação divina, ou cidade da paz. Babilônia é vista nas escrituras como a cidade dominada por Satanás.

Esoterismo evangélico ou batalha espiritual?

Os evangélicos fazem batalha espiritual usando métodos esotéricos quando abandonam os princípios da fé e utilizam elementos da mística do povo. Já ouvi alguém afirmar que os elementos místicos que alguns usam em religiões de ocultismo pertencem a igreja e que foram roubadas de nós. Assim, despejar sal grosso numa esquina, não deveria ser direito deles, mas da igreja. Ungir com óleo uma rua, cidade ou país é direito da igreja que foi roubado por eles. Marcar os cruzamentos como sendo de Jesus nos bairros é direito nosso. Usar certos elementos para “ponto de contato” é direito da igreja e não do ocultismo. Em que baseiam tais suposições? Tomam como base algumas ocorrências do passado, especialmente do AT.

Nova Era, Já Era

Antes que o leitor pense que estou descartando totalmente a existência da Nova Era, religião que quer se tornar dominadora universal, quero afirmar que o que quero dizer é o contrário do título que epigrafa meu artigo. É que nas décadas dos anos 70 e depois nos anos noventas a Nova Era como religião era um bicho aterrador aos evangélicos. Metia medo porque víamos nela a precursora, a onda profética da vinda do anticristo e de um governo mundial. Na ocasião, lutamos, escrevemos, combatemos e oramos contra essa praga religiosa engendrada nos subterrâneos do Inferno.

Pluralidade da Fé – Parte II

A teologia da igreja está contaminada pela filosofia; seja esta humanista ou positivista. Vê-se com maior intensidade como o humanismo e o positivismo infiltraram-se na doutrina da igreja como se fossem elementos importantes da fé. Tanto o humanismo quanto o positivismo firmam-se na premissa de que o homem pode conseguir realizar o que quiser sem precisar apelar para Deus ou para a fé. A diferença entre o humanismo é que um humanista pode crer em Deus e em Jesus Cristo, mas pode viver independente deles. Já o positivismo vem firmado no ateísmo. E pode se perceber que também, na teologia infiltraram-se elementos ateus, camuflados de fé.

Princípio Bíblicos da Batalha Espiritual

Muitos irmãos mantêm distância do tema de batalha espiritual porque muitas práticas são mais esotéricas que bíblicas.
Batalha espiritual é um tema bíblico que pode ser visto por dois ângulos ou perspectivas diferentes: batalha espiritual em nível pessoal, isto é, a luta do diabo contra o cristão tentando-o e fazendo-o abandonar a fé e em nível territorial em que certos poderes ou autoridades dominam e governam certas regiões de uma cidade, de um país ou da terra. Que existem poderes e domínios espirituais numa cidade ou região é fato comprovado pelas escrituras.

Quatro Elementos Presentes na Igreja Primitiva

O tema deste artigo surgiu como fruto de um estudo sério e profundo que realizei sobre o mundo espiritual do Rio Grande do Sul, Estado onde tenho passado a maior parte de meu ministério pastoral. Obviamente que o mundo espiritual daqui não difere de outras partes do Brasil, não fosse um quesito especial: a influência do humanismo e do positivismo do francês Augusto Comte na cultura gaúcha, trazida da França e implantada nestes pagos pela histórica figura de um ex-governador, Júlio de Castilhos e de outros políticos de sua época como Borges de Medeiros e Oswaldo Aranha.

Sofismas da Auto-ajuda

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.4-5).

Este texto é um dos mais utilizados quando se fala da luta do cristão, e com razão, porque Paulo está apresentando a estratégia de guerra para o confronto espiritual – porque, embora andando na carne não militamos segundo a carne – diz ele, e a luta é feita com armas espirituais. As “armas” desta batalha são a palavra da verdade, que é a espada do Espírito, a palavra de Deus. Lutas contra o que? Paulo aborda três obstáculos de luta: fortalezas, que precisam ser destruídas; sofismas, que precisam ser anulados e altivez.

 

Atualizado em 21 de fevereiro de 2010